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    Visto Alerta Para Turistas Braileiros a Austrália      
         
    Tem sido divulgado nos principais e mais renomados web sites de noticias do Brasil um artigo intitulado como " Visto para brasileiros visitarem a Austrália será feito pela internet e sem custo", tendo como fonte uma conhecida agencia brasileira.

De acordo com o empresario e consultor imigratório Mr MaCson Queiroz JP e diretor da M. Quality, "...este artigo não esta inteiramente correto, e o brasileiro terá que pagar sim uma taxa governamental australiana no valor de A$110 (~R$220) ao solicitar o visto de turista eletronicamente...".

A decisão do governo australiano, ao oferecer visto de turista eletrônico(e676) para brasileiros traz inúmeras vantagens como a não necessidade de imprimir formulários, de tirar dezenas de copias da documentação, ter a sua documentação certificada, pagar a taxa governamental em bancos e inclusive traz a de poder checar o progresso de seu pedido de visto de turismo para a Austrália no próprio web-site do Department of Immigration and Citizenship (DIAC). A avaliação é da M. Quality, consultoria em imigração e intercâmbio, para quem esta concessão soa muito bem para os brasileiros que estão planejando ir para a Austrália nas suas próximas ferias.

“No entanto, isto não significa que estará mais fácil adquirir o visto australiano; todas as informações terão que ser dadas em inglês e algumas exigências são específicas e exigem assessoramento competente para o sucesso na obtenção de visto desejado”, garante o diretor da M. Quality.
     
    17/02/2012      
           
    EUA FACILITOU O VISTO AO BRASILEIRO, AGORA É A VEZ DA AUSTRÁLIA      
         
    Como já é do saber de quase todos os brasileiros , o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou em 19 de janeiro ultimo o lançamento de um projeto-piloto de dois anos para agilizar a emissão de vistos para o Brasil. O programa prevê a isenção de entrevistas para obtenção de vistos para selecionados indivíduos que precisem fazer renovações e solicitantes dentro de faixas etárias específicas que requisitem o visto pela primeira vez.

A Austrália talvez com receio de perder mercado (turistas) brasileiros para os EUA após esta inédita iniciativa , foi mais ousada e anunciou na ultima sexta-feira através da primeira-ministra da Austrália, Julia Gillard, que a partir de 15 de fevereiro próximo o governo australiano vai introduzir o e676 , visto de turista eletrônico para os brasileiros.

Isto significa que o seu pedido de visto de turismo para a Austrália poderá ser feito via online, ou seja, não sera mais necessário você imprimir os formulários, tirar dezenas de copias da documentação necessária, pegar filas monumentais nas mafias cartoriais, pagar um absurdo para ter a sua documentação certificada, perder horas importantes de sua vida na fila de bancos para pagar a taxa governamental e sobrevivendo a tudo isto, encarar as filas dos correio para então finalmente enviar o pacote dos seus documentos e naturalmente cruzar os dedos para que não haja extravios...Ufa!! Não e' a toa que os despachantes cobram em dólares...

Tudo isto acima sera passado! E tem mais: a partir de tal data você mesmo poderá checar o progresso de seu pedido de visto de turismo para a Austrália no próprio web-site do Department of Immigration and Citizenship (DIAC). Uma maravilha, não e'? Mas o avanço do DIAC não termina aqui, pois ainda não mencionei que nem mesmo sera necessário você ao termino do processo de seu pedido do visto de turismo para a Austrália, enviar o seu passaporte ao DIAC com o proposito que carimbem o seu visto de turista...O seu visto sera também eletrônico! Ou seja, você recebera por e-mail uma carta do DIAC em PDF ("Portable Document Format") com um numero único para acesso ao seu visto e condições.

Mas isto não quer dizer que poderá deixar o seu passaporte em casa....Isto sim, significa que quando for fazer o checkin apresentara o seu passaporte e o tal numero contido na sua carta da alegria! Que Deus abençoe a Austrália, não e' verdade?

Antes que imagine que isto e' decorrente somente pelo fato de nós brasileiros sermos agora a 6.ª maior economia do mundo, preciso fazer jus aos nossos vizinhos argentinos, os quais também serão contemplados com o mesmo e676 visto de turista eletrônico na mesma data...nem tudo e' perfeito...

Falando na Argentina, eu estava fazendo um esforço enorme para não mencionar que a partir de 29 de fevereiro próximo o governo australiano vai coloca-los na seleta lista dos países que permitem aos seus cidadãos virem para trabalhar e passear na Austrália (Work And Holiday (Sc 462))...mas isto sera assunto para um outro artigo.

Portanto seja qual for o tipo de visto australiano que estiver obtendo recomendo que sempre procure uma orientação imigratória profissional ou consular, sabendo-se que a profissional não vai lhe custar nem mesmo 5% do que já esta investindo, mas o potencial da economia a ser feita e’ de 100% ou mais. Pense nisto!

Você tem uma ideia de como estas medidas poderão afetar efetivamente a sua decisão ou planos de Austrália? Independentemente da sua decisão e’ recomendável que procure a ajuda profissional para entender os seus direitos ou mesmo descobrir se você ou algum conhecido ou familiar estará afetado de alguma forma ao explicado acima.

Ate a próxima!

MaCson Queiroz JP
Registered Migration Agent # 105673
     
    31/01/2012      
           
    Aquecimento global, uma mentira inventada pelos ricos, afirma cientista      
         
    Luiz Carlos Molion, pesquisador da Universidade Federal de Alagoas, PhD em Meteorologia, pós-doutor em Hidrologia de Florestas e membro da Organização Meteorológica Mundial, é conhecido como “o cientista que não se curva aos ambientalistas radicais”. Molion gerou polêmica por defender que o aquecimento global é natural e que o homem pouco influencia no clima. O pesquisador esteve em Porto Velho participando de um seminário sobre as perspectivas climáticas e na ocasião recebeu a equipe do Diário para uma entrevista exclusiva. Na conversa, Molion contou que já esteve em Rondônia há 20 anos e que tem uma longa história em termo de Amazônia, que gerou sua tese de doutorado: “O desmatamento da Amazônia e os impactos no clima global e regional”. Com dados e relatos, o cientista põe em cheque o gasto mundial com pesquisas para combater o aquecimento da Terra e diz sem titubear que os ambientalistas divulgam informações erradas por ignorância. Para os próximos 20 anos, ele afirma que desastres graves voltarão a acontecer no Brasil e Rondônia sofrerá com problemas de abastecimento de água.

Diário da Amazônia: Como o senhor avalia as discussões acerca das questões ambientais?

Luiz Carlos Molion: Do ponto de vista do aquecimento global, existiu um aquecimento entre 1977 e 1998 e acabou. Foi um aquecimento natural e foi até 1998. Uma nova técnica estatística sugere que o aquecimento tenha ido até 2004. Mas agora estamos entrando no resfriamento global que vai durar 20 anos. Até o ano de 2030, 2032, nós vamos ter um resfriamento global e não o aquecimento global. Ficou muito claro ao longo desses estudos que o gás carbônico não controla a temperatura global, o gás carbônico é na verdade uma resposta. A temperatura sobe antes, principalmente dos oceanos, e o gás carbônico sobe depois, semelhante ao que você vê no refrigerante, em que, quando o líquido está frio, ele retém o gás, na medida em que ele se aquece, ele expulsa o gás que tá em solução. Isso acontece com os oceanos da Terra, que constituem 71% da superfície do planeta. Quando os oceanos se aquecem, eles expulsam mais gás carbônico e a concentração de gás na atmosfera aumenta. Quando os oceanos se esfriam, durante eras glaciais, aí eles retiram o gás carbônico da atmosfera e a concentração da atmosfera diminui. Para você ter uma ideia, fluxos naturais de carbono entre oceanos, vegetação, solos e atmosfera, somam 200 bilhões de toneladas por ano. O homem, queimando petróleo e carvão mineral, coloca seis bilhões de toneladas, apenas 3%. E a incerteza que nos temos dos fluxos naturais é 20%. Essa é a incerteza, o erro. Um dos maiores bancos do mundo, o da Suíça, divulgou o relatório em que ele mostra que a comunidade europeia já gastou 280 bilhões de euros com medidas para diminuir o aquecimento global. É muito dinheiro e um dinheiro muito mal gasto, porque o aquecimento global não passa de uma hipótese e essa hipótese não tem comprovação científica, mas todo mundo tem interesse econômico por trás disso.

DA: Como começou essa teoria de que o planeta estaria aquecendo?

LM: Essa história toda começou com a primeira crise do petróleo, em 1973. O petróleo deu um salto enorme, passou de US$ 4 o barril para US$ 11 – recentemente chegou a US$ 150, mas ninguém reclama – mas naquela época foi um problema sério. E aí surgem os especialistas. Um especialista em petróleo dizia: “já passamos o pico de extração, 60% do petróleo que existe no mundo já foi consumido”. Isso em 1973. Aí os países industrializados, Inglaterra, Alemanha, França, Estados Unidos, ficaram preocupados com uma possível crise energética, falta de petróleo. Então eles passaram a utilizar essa hipótese de que o gás carbônico aumentava a temperatura para evitar que os países subdesenvolvidos quisessem se desenvolver e dividir o petróleo que restava no mundo. Acontece que, já se sabia há muito tempo, você pode pegar livros publicados na década de 1960 sobre clima, que o clima passa de 25 a 30 anos se aquecendo e de 25 a 30 anos esfriando, e uma variação pequena, menor que 1°C. No início dos anos 1970 nós já estávamos em um período frio que começou em 1946. A Europa passou por invernos rigorosos nesse período, o Brasil também teve uma frequência grande de geadas, a ponto da última geada, em 1975, ter acabado com o cultivo de café no Paraná. O cafeeiro precisa de quatro anos pra entrar em regime de produção e a cada três anos tinha uma geada forte que matava o café e ele tinha que recomeçar do zero. Então o pessoal saiu do Paraná e veio plantar café em Rondônia. Em 1976 a temperatura começou a subir, já com a hipótese de que era o carbono liberado pelo homem que fazia a temperatura subir. A hipótese ganhou força e com uma adição: o fato do homem viver na cidade. O fenômeno do século XX foi o homem sair do campo e ir morar na cidade. Em uma região com vegetação, floresta e com campo cultivado, a água da chuva fica retida, então o calor do sol é usado primeiramente para evaporar a água e o restante para resfriar o ar. Em uma cidade, impermeabilizada por asfalto, telhados, concretos, a água da chuva cai e vai embora e não tem água para evaporar e todo o calor do sol é usado para aquecer o ar. Então quem mora numa cidade, em geral, tá sentindo uma temperatura 4 graus mais elevada do que o indivíduo que tá na mata. A temperatura global começou a subir lentamente por conta desse ciclo natural, e ao mesmo tempo a sensação que o ser humano tem, vivendo na cidade, é de que a temperatura está mais elevada.

DA: A temperatura mundial tem, em média, variado quanto?

LM: A temperatura ficou oscilando globalmente nesses últimos 150 anos em torno de 0,8 grau, mas localmente não, porque a medida que a cidade cresce o indivíduo sente mais calor do microclima urbano. Só que esse sinal não se propaga globalmente, porque a gente vive em um planeta de 71% de oceanos e apenas 29% de continentes. O oceano pacífico sozinho ocupa 31% da superfície do planeta. Todos os continentes juntos dão 29%. Desses, 15% são de gelo e areia. Sobram 14%, dos quais 7% ainda estão cobertos por florestas tropicais e temperadas. O homem manipula apenas 7% da superfície do planeta e aglomerado em grandes cidades. Então não tem como esse sinal pequeno mudar o clima global. Agora, o homem tem a capacidade enorme de destruir seu ambiente. Localmente o homem é desastroso. Quando o homem desmata, eu diria que o maior impacto ambiental do desmatamento não é o CO2 que é liberado - como afirma essa palhaçada da COP 17 - o maior impacto é quando você retira as florestas e expõe os solos à intensidade das chuvas tropicais. As chuvas desagregam os solos, as enxurradas carregam para os rios, esse solo muda a qualidade da água, da vida aquática, os rios ficam mais rasos e qualquer pico de cheia já inunda tudo. Então, lamentavelmente, tem se gastado muito dinheiro com algo que não tem absolutamente fundamento científico nenhum.

DA: Se as mudanças são cíclicas, por que temos tantos ambientalistas divulgando o contrário?

LM: Ignorância. Nada é verdade. Por exemplo, de fato houve um derretimento nas geleiras, um derretimento no gelo flutuante do ártico, que atingiu o máximo em 2007, mas se eu olhar para trás, eu tenho registro de expedições que foram enviadas na década de 1920 para saber por que estava degelando. E o que é que o homem lançava na atmosfera naquela época? Nada. No final da Segunda Guerra [Mundial], em 1945, estima-se que as emissões eram 6% do que é hoje. Então não era nada. Essas variações são cíclicas. Em longo prazo nós estamos caminhando para uma nova era glacial, mas vai se levar uns 100 mil anos para se chegar a temperaturas baixas, tipo 8 a 10 graus inferiores a de hoje.

DA: Esse último ciclo de aquecimento começou de que forma?

LM: Em 1976, o oceano pacífico se aqueceu, porque a atmosfera é aquecida em contato com a superfície. E se um oceano grande como o pacífico mudou, se aqueceu rapidamente, então aos poucos ele foi aquecendo o clima. A temperatura média global subiu em função do aumento da temperatura do pacífico. Não sabemos o que aconteceu. Pode ter sido o grande terremoto do lado Oeste do Pacífico, próximo da Austrália, e lá, como o oceano é muito quente, pode ser que tenha provocado uma redistribuição de calor no Pacífico e ele se aqueceu. Mas é especulação. O que se sabe é que, a partir do momento em que ele ficou quente, ele começou a influenciar a atmosfera, mudando o tempo, diminuindo geadas, friagens, aumentando a temperatura, baixando a umidade relativa.

DA: Existem problemas na forma como são medidas essas temperaturas?

LM: Uma estação meteorológica representa apenas um raio de 150 metros. Então se você tirar ela e colocar a 5 quilômetros de distância ela passar a medir o micro-clima daquele novo local. Mas as pessoas não se preocupam com isso. As estações de medição geralmente são afastadas da cidade e continuam mandando o tempo como se fosse tudo igual. Na realidade, no momento que transportou para uma distância superior a 150 metros já está medindo um novo clima. Então as séries de temperatura têm muitos problemas além das manipulações. Se o pessoal quer provar que a década de 2000 foi a mais aquecida, eles colocam correções nos dados, para que esses dados correspondam ao que eles querem. Cientistas do mundo fazem isso porque tem muito dinheiro na jogada. Aqui no Brasil, entre os meus colegas, tem gente muito bem preparada, com doutorado no exterior, com excelente formação acadêmica, mas resolvem ficar do lado do aquecimento porque fica fácil arrancar dinheiro, como fizeram agora, que receberam R$ 50 milhões para colocar um novo super-computador, capaz de fazer 258 trilhões de contas por segundo. É a oitava máquina do mundo. Se eu chego para um político, um administrador e digo “olha, não se preocupa, que o clima é variado” ele me manda embora. Mas se eu faço um terrorismo eu consigo.

DA: Por que a sua teoria não é mais divulgada para que haja um debate maior acerca da existência ou não do aquecimento?

LM: Eu venho fazendo isso desde setembro de 1979. Meu primeiro artigo escrevi em 1990, depois em 1991 outro. Mas até a metade dos anos 1990 aqui no Brasil ninguém se preocupava com isso. Na década de 2000, o pessoal começou a perceber que era fácil conseguir recurso usando o aquecimento global como desculpa. Isso não só o pessoal de tecnologia, como os ambientalistas de forma geral. Me lembro que na década de 1980 tudo o que acontecia no mundo era culpa do El Niño. A partir de 1995 era tudo do aquecimento global. Esse ano eu já fiz mais de 70 palestras no Brasil inteiro. Onde eu vou, aproveito as oportunidades para divulgar. As televisões não me dão abertura. A [TV] Globo não tem jeito. Mas agora, nesses próximos 20 anos, vai haver o resfriamento e a natureza vai falar por mim.

DA: Com as mudanças que acontecerão, qual a sua previsão para o Brasil e região Norte nesses próximos 20 anos?

LM: No Brasil vai haver um aumento de tornados, mais tempestades severas. Os desastres sempre ocorreram, mas hoje a vulnerabilidade social é maior. O que já acontece há 50, 60 anos, hoje causa desastres maiores. As cidades precisam de seus espaços geográficos repensados. As pessoas precisam ser retiradas de áreas de riscos porque os desastres vão voltar a acontecer. Nos próximos 20 anos a tendência é que volte a ter um clima semelhante ao do final da década de 1940 que durou até 1975. Rondônia terá uma ligeira redução de chuva, na ordem de 5 a 15% durante o verão e isso vai reduzir a abertura de nuvens. No inverno, a frequência de friagens vai aumentar de agosto a novembro, o período de seca, de abril a setembro, vai ficar mais seco, com umidades relativas baixas, inferior a 20%, o que pode causar problemas de abastecimento de água.
     
    31/12/2011      
           
    CSIRO supercomputer earns kudos      
         
    CSIRO’s graphics processing unit (GPU) supercomputer maintained a strong position on the 2011 Top500 list announced last month at the SC11 conference in Seattle, USA.

Coming in at number 212, CSIRO’s GPU supercomputer is one of the first GPU-based clusters to run Windows and is now ranked as the second fastest supercomputer running Windows in the world.
CSIRO eResearch director Dr John Taylor said rankings for the Top500 list are determined using the Linpack benchmark test which measures, under certain conditions, the number of calculations a supercomputer can do per second.

“We’ve been building a strong collaboration with Microsoft over the past few months to optimise the Windows HPC operating system on our CSIRO GPU supercomputer and perform the Linpack test,” Dr Taylor said.

“We are thrilled with the result. We now have a performance of 75.3 Teraflops in double precision on Windows HPC.”

The supercomputer runs dual Linux and Windows applications to cater for the needs of scientists who use these different operating systems for running software code and analysing data from experiments.
“We recognised that most CSIRO scientists are working on Windows workstations now, so we wanted to make supercomputing more accessible from the desktop and allow them to speed up their research, giving them a competitive advantage in science internationally,” Taylor said.

CSIRO’s GPU supercomputer was installed in Canberra in November 2009 by Xenon Systems of Melbourne. It combines 256 Intel central processing units (CPUs) with 64 NVIDIA Tesla S2050 which contain 256 graphics processing units (GPUs).

(ITEE College)
     
    30/12/2011      
           
    Uma visão bem otimista: Brasil levará até 20 anos para ter padrão europeu      
         
    O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta segunda-feira que, apesar de o Brasil estar crescendo a taxas superiores aos países desenvolvidos, vai levar entre 10 e 20 anos para alcançar um padrão de vida europeu.

"Vamos ter de continuar crescendo mais do que esses países, aumentar o emprego e a renda da população. Nós temos um grande desafio pela frente", disse Mantega, conforme nota distribuída pela assessoria de imprensa.

O ministro reafirmou que neste momento de crise, centrada sobretudo nos países da zona do euro, os países emergentes vão ter uma expansão econômica superior à dos ricos.

"Os países que mais vão crescer são os emergentes, como o Brasil, a China, a Índia e a Rússia. Dessa maneira, essa posição vai ser consolidada e a tendência é de que o Brasil se mantenha entre as maiores economias do mundo nos próximos anos", sustentou, segundo consta da nota.

O Brasil hoje é um país mais "respeitado e cobiçado", disse Guido Mantega. "Tanto que os investimentos estrangeiros diretos devem somar US$ 65 bilhões este ano", afirmou, citando previsão do Banco Central.

O ministro da Fazenda já havia dito que o Brasil se tornaria a sexta maior economia do mundo em 2011 e que o objetivo era ultrapassar a França para se torar a quinta maior economia nos próximos anos.

(Reportagem de Tiago Pariz)
     
    26/12/2011      
           
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